O jornalista conservador Christopher Rufo, do City Journal (EUA), expôs uma série de vídeos onde diretores da Disney falavam abertamente sobre os esforços da empresa em abraçar a “agenda gay” e colocar personagens LGBTQ+ nos desenhos infantis.


A presidente de entretenimento geral da Disney, Karey Burke, por exemplo, aparece no vídeo se identificando como mãe de “uma criança transgênero e uma criança pansexual” e depois elogiando os esforços da Disney de aumentar a representação LGBTQ+ na programação.


Burke então fala dos projetos ambiciosos da empresa de entretenimento: fazer com que “50% dos personagens regulares e recorrentes em todo o conteúdo roteirizado da Disney General Entertainment” sejam de grupos sub-representados.


Em outro vídeo compartilhado pelo jornalista, vemos o coordenador de produção da Disney, Allen March, que trabalha na série “Moon Girl” dizendo que tem rastreado os personagens e ainda expondo a necessidade de ter “personagens trans canônicos, personagens assexuais canônicos, [e] personagens bissexuais canônicos” para ter “histórias em que eles possam … ser eles mesmos”.


Outro vídeo apresenta a gerente de diversidade e inclusão da Disney, Vivian Ware, lembrando como “no verão passado, removemos todas as saudações de gênero em relação aos nossos discursos ao vivo”.


“Não dizemos mais ‘senhoras e senhores, meninos e meninas’”, mas usamos frases como “Olá a todos” ou “Olá, amigos”, declarou Ware na reunião.


Rufo compartilha também um vídeo onde March reconhece o papel da mídia em normalizar as relações LGBTQ+ na formação das mentes da próxima geração. “Todo esse conteúdo vai para as crianças, que não sabem nada disso”, disse ele.


March disse que as crianças americanas estão “recebendo todas essas informações da mídia sobre o que é normal”, acrescentando que “há muito poder nisso e só precisa ser reconhecido”.


Toda essa polêmica está ligada à lei da Flórida que impede o ensino de ideologia de gênero nas escolas. Ao proteger os direitos dos pais, a lei tem sido bastante criticada pela Disney, entre outras empresas e movimentos pró-LGBTQ+.


O vídeos e as considerações do jornalista Christopher Rufo estão disponíveis no Twitter. Acesse aqui.


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